Ando há semanas para escrever isto, mas como a preguiça é sempre muita, vou adiando e adiando... mas hoje inspirei-me – ou não – e aqui vai.
No passado dia 28 de Agosto, os Anjos iam fazer uma perninha nas festas de Cascais, mais precisamente numa homenagem ao Tozé Brito.
Não era algo assim muito especial, tendo em conta que só iam cantar uma música, mas como não estávamos com eles desde Fevereiro – shame on us e culpa das câmaras deste país que são mentirosas – e não sabíamos se conseguiríamos ir ao Alandroal na semana seguinte, aproveitámos que a mãe da Joana foi uma querida e disse que nos ia buscar quando a dita da homenagem acabasse. Combinámos tudo e lá rumámos a Cascais.
As peripécias começaram logo na Fertagus. Diz-se que há uma menina que tem preguiça de pintar as unhas em casa e resolve fazê-lo no comboio. Bem, primeiro foi só o endurecedor, mas diga-se que pintar as unhas e ouvir música não dá muito resultado. Isto porque o fone estava sempre a cair-lhe do ouvido e com as unhas ainda molhadas, a desgraçada não o conseguia atarraxar ao ouvido. Lol!
Diz-se que no metro havia montes de espaço, mas nós resolvemos ficar ao pé da porta. Uns bacanos não vão de modas e ficaram quase em cima de nós. Já para não dizer que um tinha uma guitarra e foi por milímetros que aquela coisa não me caiu em cima do pé.
As peripécias continuaram no comboio da CP, onde a Joana resolveu que ia então pintar as unhas com o verniz. Como aquele comboio é mais desconfortável que sei lá (em termos de movimento) e quem avisa amigo é, disse-lhe que não era boa ideia, ainda acabava toda borrada. Xô dona Joana não me ligou nenhuma e resolveu pintar as unhas na mesma. Só um mindinho levou anos a pintar e pronto, ela acabou por desistir.
Já em Cascais e ao chegarmos junto à praia – era lá que estava o palco e íamos ter com a Cristina – ouvimos missa. Sim, é muito bonito chegar a Cascais e ouvir missa.
Estivemos algum tempo com a Cristina e depois acabamos por ir dar uma volta até ao jardim que fica um pouco acima da praia.
O jardim é muito giro, apesar de e segundo a Joana, haver por lá coisas que estão diferentes do antigamente.
Aproveitámos para tirar várias fotos e tentar descobrir a que horas começava, realmente, a homenagem. A informação que tínhamos era de que começava às 20:30 e a Cristina disse-nos que só começava lá para as 22h. Alguém – mãe da Joana – não ia gostar.
Acabámos por abandonar o jardim depois de ouvirmos alguma música vinda do palco, sinal de que havia sound-check.
Quando chegámos novamente junto à praia, vimos estampada numa barraquinha, a Ariel com um balde de pipocas na mão. Ora, claro que tinha de tirar foto para mostrar à minha irmã. Mas ao mesmo tempo que tentava tirar o telemóvel da mala, ouvimos uma voz conhecida vinda do palco: os Anjos estavam a fazer o sound-check.
Esquecemos a foto e começámos a caminhar em passo acelerado até, a meio do caminho, encontrarmos a Vânia e a Cris – outra Cris, lol. Aproveitámos para matar saudades e ficámos a ver o sound-check a alguma distância do palco.
Depois do sound-check as meninas iam jantar por ali, mas eu e a Joana resolvemos ir até ao Mac.
Findado o jantar, íamos dar mais uma volta, mas nem dez minutos se tinham passado e voltámos para junto do palco. A Vânia (salvo erro) avisou a Joana que o recinto ia enxer.
E depois começou a tortura. Não me vou alongar. Só sei que a nossa sorte e forma de passar o tempo foi irmos falando, gozando com o que nos rodeava e eu ter conseguido entrar no Twitter onde ia desabafando pelas duas.
Quando, finalmente, os Anjos entraram em palco – os últimos para não variar – foi tão bom. Tinha mesmo saudades e aquele cheirinho deixou-me com vontade de mais.
No fim fomos para trás do palco, onde depois de esperarmos algum tempo, eu, a Joana, a Cátia – que vimos junto ao palco, – a Vânia e a Cris estivemos, à vontade, mais de meia hora à conversa com eles. Soube mesmo bem!
Depois regressámos então a casa, onde chegámos tarde (já não me lembro a que horas) e com um cheirinho no ar de que a ida ao Alandroal até poderia ser possível.
Aqui fica um cheirinho das fotos que tirámos. Sim, algumas também foram tiradas pela Joana, mas têm o meu tag porque já não me lembro de todas as que ela tirou.
A terceira serve apenas para mostrar que o chafariz do jardim não funcionava. E a sétima, diz-se que é arte, hehe!
(Era suposto elas estarem centradas, mas experimentei uma coisa e correu mal. E como levaram tanto tempo a carregar, não me apetece mexer-lhes outra vez)












Ai pá... adoro ver o teu lado! XD É mesmo giro, porque vais-te lembrar d ecoisas que já nem eu me lembrava, ahaha! Muit bom, mesmo!
ResponderEliminarMas amiga, não intendi o que queres dizer com a oitava foto dizer-se que é arte...? O.o Enganaste-te na foto? O.o É a ponte... não percebi. LOL.
Ainda bem que mataram saudades e estiveram meia hora à conversa com eles, lol.
ResponderEliminarMas claro, nesta situação há sempre muitas peripécias xD
Mas porque é que é arte?! xD